Desabafo de um palmeirense
Há exatos oito anos atrás, deitado e de olhos fixos na televisão, tive uma das melhores experiências da minha vida. Vi, depois de acompanhar todo o campeonato, conhecer o perfil de todos os jogadores, admirar o técnico e ter um ídolo, o Palmeiras ser campeão da Libertadores da América. Gritei, corri, pulei, ganhei uma camisa nova do time. Não me contive. Pela primeira vez me deliciei no céu do futebol. Tenho lembranças claras da minha reação ao ver meu time campeão brasileiro em 93 e 94. Ou campeão paulista em 96. Campeão da Copa do Brasil em 98. Mas a vitória na libertadores foi saborosa. Foi com raça e sangue. Me deu orgulho de ser palmeirense. Aliás, cresci com orgulho do meu time. A minha 'segunda infância' e consolidação do meu gosto por futebol coincidiu exatamente com uma das melhores épocas que o meu time viveu. Cresci acostumado com um Palmeiras campeão. Com um Palmeiras vencedor. Com um Palmeiras favorito. A entrada da minha adolescência, as "novas' experiênc...