O jornalismo que forma
A primeira vez que tive contato com Gabriel Garcia Marquez foi na blogosfera. Li, no falecido e-digitais o conto "Avião da Bela Adormecida" e foi amor à primeira vista. Meu segundo contato foi com uma notícia dizendo que ele acabava de lançar "Memórias das Minhas Putas Tristes". Corri para livraria e comprei o livro. Depois li quase tudo o que ele havia escrito. Hoje considero o colombiano o meu autor preferido. Eu comecei a me interessar por literatura e jornalismo cultural, quando eu tinha dez anos e estava em Brasilia. Na casa do meu pai tive contato com a edição de domingo do jornal "Correio Brasiliense". Folhando aquele objeto estranho, encontro um caderno mais estilizado. Batata. Toda vez que eu abria um jornal, procurava esse caderno e sempre o lia. Foi assim que conheci os grupos de teatro de Natal. Era dessa forma que iria procurar o filme que ia assistir. Lendo o jornal, comecei a querer escrever igual. Para isso, comecei a ler. Primeiro Harry Po...