Previsões para 2007

Chávez quer reforma constitucional profunda, diz aliado

Greg Morsbach
De Caracas


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, prepara para o próximo mandato "mudanças profundas" na Constituição do país, disse à BBC um parlamentar próximo ao presidente recém-reeleito.


A adoção de medidas ousadas e nacionalistas por parte do governo venezuelano e, ainda, a ameaça de enviar tropas para Bolívia, se caso houver tentativa de golpe contra o presidente Evo Morales, é mais uma dor de cabeça para a política imperialista dos Estados Unidos e que faz tremer muitos investidores, economistas e conservadores. Essa atitude do governo venezuelano, se for levado ao máximo da radicalização, pode gerar uma segunda guerra fria, ou até mesmo uma guerra “quente”, porque os americanos não vão aceitar que a "doença" do socialismo se espalhe na américa latina. E, na sua maneira democrática de agir, tentarão por meio da força impedir uma tendência esquerdista que a cada ano vem se intensificando na região e haja ONU, diplomacia e sorte para evitar o que acontece no Oriente Médio atualmente.

Democratas tentam impedir envio de tropas ao Iraque

Às vésperas do esperado anúncio do presidente George W. Bush sobre a nova estratégia americana para o Iraque, previsto para esta quarta-feira, os democratas, agora no controle do Congresso, se preparam para contestar qualquer aumento das tropas americanas em território iraquiano.

A segunda notícia me deixou feliz. Vetar a vontade de Bush de enviar mais tropas americanas para o Iraque é algo positivo e é, na minha opinião, a forma mais sensata de evitar mais derramamento de sangue e mais conflitos numa região de cultura completamente diferente da nossa. Deixar que eles se resolvam, por meio de guerras, porrinhas ou seilasoquês é fazer garantir o direito de soberania do povo iraquiano e deixá-los escolher o que é melhor para eles. Mesmo que não seja o melhor para o ocidente, ou que não aparente o melhor para eles. Enquanto as guerras e as discussões de lá, permanecerem apenas sob o âmbito iraquiano, qualquer tipo de intervenção militar é uma agressão à democracia, tanto defendida pelos Estados Unidos.

0 comentários:

top