Amelinda

Toda vez que te olho
Sinto-me assim
Decifrado
Devorado
Com medo,
Desolado;

E toda vez que te vejo
E observo
Teus olhos castanhos claros
Tuas mãos tão simples
Teu corpo, tão claro
Sinto-me cego
E surdo
Com medo,
Desolado;

Porque és mais que uma
És mil em uma
Uma musa perfeita
Para versos
Que não me atrevo
a versar.

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